O LZM põe uma camada de posse de carteira sobre a API oficial do WhatsApp. Quem não é dono do cliente não consegue atender — e toda troca de dono fica registrada, com data, hora e quem autorizou.
Não é falta de lead. É o mesmo lead sendo trabalhado por duas pessoas, cada uma com um preço na cabeça, num aparelho que a empresa não controla. Quando o vendedor sai, a base vai junto.
É isso que impede a briga: a decisão acontece antes de qualquer pessoa digitar, e fica registrada.
Se aquele número já pertence a um vendedor, a conversa vai direto para ele. Ninguém mais consegue abrir.
Cliente da empresa que ligou de outro número cai no vendedor certo mesmo assim, porque a posse é da empresa e não do aparelho.
Cliente novo entra no rodízio sequencial. Cada vendedor recebe na sua vez — e ninguém escolhe o lead bom deixando o resto.
Escolha por qual vendedor você está atendendo e clique em um cliente. Se ele for seu, a conversa abre. Se for de outro, o servidor recusa na sua frente — e a tentativa fica no registro. Traga um cliente novo e veja as três regras decidindo o dono.
Doze telas capturadas do produto rodando. Escolha uma aba ou deixe passar sozinho — clique na imagem para ver de perto.

Você cadastra, você dispara, você acompanha. Cada item abaixo abre o plano em que ele entra.
A diferença não é preço. É se o seu número continua existindo no mês que vem.
| Ferramenta não oficial | LZM na API oficial |
|---|---|
| Número banido por volume e você compra outro chip | Canal homologado pela Meta, feito para volume |
| A sessão do WhatsApp Web cai e você reconecta lendo o QR de novo | Conexão oficial e estável, sem QR e sem sessão que expira |
| A conversa mora no celular do vendedor | Tudo arquivado na empresa, com histórico e mídia |
| Qualquer um responde qualquer cliente | Dono definido antes da primeira resposta, com trava |
| Comissão fechada na planilha, na base da confiança | Comissão calculada pela regra, vendedor por vendedor |
| Se a Meta mudar a API, a gambiarra para de funcionar | Integração oficial: muda a API, o sistema acompanha |
| Ninguém consegue provar quem falou o quê | Registro de auditoria com autor, data e motivo |
No plano Operação o sistema fala com o que a sua empresa já tem — por API REST, por webhook assinado ou por arquivo. Nos planos menores o cadastro entra por CSV.
Mensal, sem fidelidade. O custo das conversas é da Meta e vai direto para você — eu não coloco margem em cima disso.
Para aprovar o seu número, a Meta pede um site e um e-mail no domínio da empresa. Sem isso, o número não é homologado e o sistema não roda. Em vez de te mandar resolver por fora e esperar três semanas, eu entrego o site com o plano — e o botão de comprar cai no WhatsApp já dentro da carteira, com o vendedor dono definido pela regra.
Não. A Meta liberou o modo de convivência: o mesmo número funciona no aplicativo do WhatsApp Business, no celular, e no sistema ao mesmo tempo, com o histórico das conversas sincronizado entre os dois. O vendedor continua atendendo pelo aparelho se quiser, e a empresa passa a ter o registro, a carteira e a trava. É preciso o aplicativo do WhatsApp Business na versão 2.24.17 ou mais nova.
Você conecta o número que já usa, sem migrar nada e sem perder conversa. Mensagem enviada pelo aplicativo continua gratuita; mensagem enviada pelo sistema entra na tabela da Meta. O limite nesse modo é de 20 mensagens por segundo, o que sobra para qualquer operação de atendimento — só faz diferença em disparo de altíssimo volume.
Na API oficial da Meta não existe banimento por volume, que é o que derruba quem usa ferramenta não oficial. O que existe é qualidade de número: se muita gente bloquear ou denunciar você, a Meta reduz seu limite. Isso é conteúdo, não volume.
A Meta cobra por conversa iniciada, e o valor muda conforme o tipo — marketing, utilidade ou autenticação. Conversa que o cliente inicia com você é gratuita dentro da janela de 24 horas. Esse valor não passa por mim: você paga a Meta direto e acompanha na tela de custos.
No plano Operação, sim: integração com ERP, e-commerce e CRM, além de API REST e webhooks assinados para o seu time integrar sozinho. Nos planos menores o cadastro é feito aqui mesmo, ou importado por CSV de qualquer sistema.
A carteira dele continua na empresa. Você redistribui os clientes para quem ficar, e cada troca de dono fica registrada. O histórico das conversas não vai embora com ele, porque nunca esteve no aparelho dele.
A parte técnica é rápida. O que demora é a Meta: criar o portfólio empresarial, verificar a empresa e homologar o número. Eu conduzo esse processo com você.
O consentimento, o prazo de retenção, o descadastro e os direitos do titular têm tela própria no sistema. Toda exclusão e todo acesso ficam registrados. Se um cliente pedir os dados dele ou pedir para sair, você responde com registro.
Monto um piloto com dois ou três vendedores e o seu cadastro real, sem tocar no seu sistema em produção. Se não resolver o seu problema, você não paga e não perdeu nada.